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Médico e clínica de ultrassonografia são absolvidos pela banca do LHML Direito Médico

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Tramitou no judiciário catarinense, ação indenizatória em que uma paciente processou o médico e a clínica de ultrassonografia, argumentando que o profissional, ao realizar o exame de imagem, informou sobre a necessidade de intervenção cirúrgica urgente em razão do diagnóstico de cálculos na vesícula e cálculos renais.

A autora da ação, a paciente, pleiteou indenização por danos morais e materiais, afirmando que dois meses após a realização de seu primeiro exame de ultrassonografia, novos exames demonstraram bons resultados, razão pela qual considerou que o diagnóstico anteriormente fornecido pelo médico fora equivocado.

O médico, por sua vez, afirmou não ter indicado cirurgia para a então paciente, salientando, ainda, a inexistência de erro de diagnóstico, tendo em vista que os cálculos podem ser eliminados pelo organismo.

O processo teve tramitação normal, sendo que o juiz decidiu pela improcedência da pretensão indenizatória, acolhendo a tese do médico requerido. Restou consignado na sentença a inexistência de documentos e de outras provas dos fatos alegados pela requerente.

Concluiu a sentença: “Ademais, mesmo o diagnóstico não pode se considerar equivocado com base apenas nos elementos colhidos nos autos. No decorrer de dois meses é possível que o estado de saúde da autora tenha melhorado, com a eliminação natural dos cálculos. Desse modo, não havendo provas suficientes para aparar a pretensão indenizatória, a improcedência se impõe.”

A defesa do médico foi patrocinada pelo advogado Erial Lopes de Haro, do escritório Lopes de Haro & Machado Leal Direito Médico, não sendo mais passível de recurso.

 

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