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Médico Pediatra é absolvido após ter sido acusado de ser o responsável pela morte de paciente

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Advogada Vanessa Lisboa de Almeida

Advogada Vanessa Lisboa de Almeida

O Conselho Regional de Medicina, após denúncia realizada pelo Poder Judiciário, instaurou um processo ético-profissional contra o médico que estava de sobreaviso no nosocômio em que uma criança foi internada. Alegou-se que ele foi negligente, uma vez que não teria prestado o devido atendimento à infante e, ainda, teria prescrito medicamentos sem que houvesse examinado a paciente. Em detrimento à essas supostas afirmações, sustentou-se que o pediatra seria o responsável pelo óbito da criança, pois teria deixado de se dirigir ao hospital quando chamado pelo médico de plantão, não tomando as medidas necessárias ao caso.

Ocorre que, conforme esclarecido pela defesa do profissional médico — patrocinada pela advogada Vanessa Vieira Lisboa de Almeida, do escritório Lopes de Haro & Machado Leal Direito Médico — o pneumologista que estava de plantão não o ligou solicitando que se dirigisse ao hospital para atender uma paciente, apenas telefonou para obter orientações sobre. Quando da ligação, a paciente já estava sendo medicada e o próprio plantonista não suspeitou que tratava-se de insuficiência respiratória; sendo o médico que havia realizado o primeiro atendimento especialista na área, o pediatra indicou a internação da criança e a realização de exames complementares para investigar os motivos da náusea, vômitos e da desidratação. Assim que as investigações laboratoriais ficaram prontas, o médico que estava sobreaviso dirigiu-se imediatamente ao hospital.

Logo que chegou ao nosocômio, visitou a paciente e verificou que as medidas que haviam sido tomadas eram adequadas. Entretanto, os exames permitiram o diagnóstico de uma pneumonia em estágio não tão avançado; com isso, o pediatra prescreveu o tratamento necessário para combater o quadro que acometia a criança. Tomadas as devidas medidas, deixou-a novamente aos cuidados dos médicos plantonistas da unidade, orientando a equipe de enfermagem que o chamasse imediatamente em caso de piora — o que não fizeram, apenas entraram em contato com este profissional horas após o início das complicações.

Os Conselheiros do CRM, em primeira instância, consideraram o médico em questão culpado pelas acusações. Todavia, inicialmente, não consideraram que o profissional de fato prescreveu os medicamentos necessários e aplicáveis ao caso, nem de que orientou a equipe de enfermagem a chamá-lo em caso de alguma piora no quadro da paciente. Com isso, a defesa do pediatra recorreu a decisão de primeiro grau, enfatizando tais esclarecimentos.

E, por fim, os Conselheiro do Pleno consideraram o profissional médico inocente, o absolvendo de todas as acusações, uma vez que não cometeu qualquer ilícito ético.

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