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Médico plantonista é absolvido por suposta negligência no atendimento

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Ação judicial foi ajuizada após paciente, atendido na emergência de hospital, ter alegado suposto erro médico durante o procedimento. Em decorrência de acidente ocorrido no ambiente de trabalho, procurou auxílio médico, oportunidade em que se diagnosticou três cortes contusos nos dedos da mão esquerda. O plantonista responsável pelo atendimento, ao efetuar a sutura dos ferimentos, cuidou de verificar que os quirodáctilos moviam-se normalmente, concedendo, assim, a alta ao paciente.

Este último, por sua vez, sustentou que certo tempo depois – não especificando qual fora esse lapso temporal -, que um dos dedos que haviam sido costurados pelo médico começou a endurecer e, ocasião em que optou por procurar profissional diverso. Tal médico teria confeccionado novos exames, cuja indicação apontava suposta ruptura do tendão, submetendo-o a ato cirúrgico. Em que pese tenha arguido esses fatos, em nada soube comprovar. Inclusive, os únicos documentos médicos anexados pelo paciente são relativos à consulta realizada no primeiro atendimento, sendo que nenhum deles confirma o diagnóstico de lesão no tendão.

Perante esse relato inócuo, a defesa do médico — patrocinada pelo advogado Rodrigo Juchem Machado Leal, do escritório Lopes de Haro & Machado Leal Direito Médico — foi incisiva ao explicar a inocorrência do nexo causal entre o primeiro atendimento e a suposta lesão alegada pelo paciente. Do prontuário médico, comprovou-se que o profissional havia realizado o atendimento de forma correta, não sido negligente, tampouco deixando de efetuar quaisquer procedimento que pudesse evitar o quadro clínico posterior. Não obstante, o laudo pericial foi pacífico ao confirmar que não houvera nenhuma piora do dano causado pelo acidente e que o trauma sofrido foi compatível com o diagnóstico fornecido pelo médico requerido.

Assim, julgou o magistrado catarinense totalmente improcedente os pedidos do autor, ressaltando, em sua fundamentação, que “analisando as provas colhidas, tanto documental quanto pericial, não identifico erro médico a sustentar a responsabilidade civil do médico réu e, por conseguinte, do hospital demandado”.

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